30 de novembro de 2009


Sempre me encantei com o invisível

Aquilo que os olhos não podem ver

Os grandes mistérios da humanidade

Sempre despertaram em mim

Um fascínio extraordinário

Mas confesso que ainda

Nada sei

Já percebi que o real quase sempre

Não é palpável, mas é grande

Que muitas fantasias se adornam

Em pedras preciosas e diamantes

Percebi que o bonito muitas vezes

Esconde seu lado negro

E o feio cintila em imensurável encantamento

Percebi que as coisas mais simples

São as mais felizes

Que pompa e luxo são um desfile deTecidos finos e olhos tristes

Entendi que são os detalhes que importam

Que o cuidado é que faz um jardim Colorido e frondoso para

Que os pássaros se aproximem

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